Propostas

Liberdade para quem produz. Responsabilidade para quem governa. Oportunidade para quem quer crescer.

Bárbara Botega é candidata a deputada federal pelo NOVO em Minas Gerais, número 3000. Suas propostas estão organizadas em eixos de desenvolvimento econômico, responsabilidade fiscal, empreendedorismo, turismo, cultura, federalismo, educação, inovação e fiscalização do gasto público.

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Cultura

Turismo e cultura não são incentivo, são cadeia econômica: movimentam hotéis, restaurantes, comércio e milhares de pequenos negócios pelo interior de Minas.

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Crescimento econômico

Ambiente mais simples, previsível e competitivo, com menos burocracia e mais segurança jurídica para quem produz, empreende e gera emprego.

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Empregabilidade

Educação conectada à produtividade e um Estado que facilita em vez de atrapalhar, gerando emprego e renda em todas as regiões do estado.

Minha experiência na gestão pública me ensinou que desenvolvimento não nasce de Brasília. Ele acontece quando o poder público deixa de ser obstáculo e passa a criar as condições para que pessoas, empresas e cidades realizem seu potencial.

O Brasil precisa voltar a premiar quem trabalha, investe, empreende e gera emprego. Minha atuação será voltada à construção de um ambiente econômico mais simples, previsível e competitivo, com menos burocracia, maior segurança jurídica e redução dos obstáculos que impedem empresas de crescer.

Não existe política pública sustentável sem responsabilidade fiscal. Defendo controle de gastos, avaliação permanente das políticas públicas, combate aos desperdícios e prioridade para aquilo que efetivamente entrega resultado à população. Dinheiro público não é dinheiro do governo. É dinheiro de quem paga impostos.

O tamanho do Estado deve ser medido menos pela quantidade de estruturas que mantém e mais pela qualidade do que entrega. É preciso simplificar processos, digitalizar serviços, eliminar estruturas desnecessárias e ampliar parcerias com a iniciativa privada. O Estado deve regular o necessário, fiscalizar com eficiência e deixar a sociedade produzir.

Minas precisa transformar suas vantagens comparativas em desenvolvimento. Mineração, agro, indústria, tecnologia, turismo, gastronomia e economia criativa podem conviver dentro de uma estratégia de crescimento baseada em investimento privado, infraestrutura, qualificação profissional e agregação de valor à produção mineira. Defendo atenção especial à diversificação econômica dos municípios excessivamente dependentes de uma única atividade.

Turismo e cultura não devem ser tratados apenas como políticas de incentivo. São cadeias econômicas que movimentam hotéis, restaurantes, comércio, transporte, eventos e milhares de pequenos negócios. Minha experiência em Minas mostrou que é possível tratar essas áreas com metas, indicadores, investimento privado e visão de desenvolvimento econômico.

Brasília concentra recursos e decisões demais. Defendo um federalismo mais eficiente, com mais autonomia, responsabilidade e recursos permanecendo onde os problemas acontecem: nos estados e municípios.

Educação precisa produzir autonomia. Isso significa fortalecer a alfabetização, o ensino de português e matemática, a educação profissional e tecnológica e aproximar a formação das necessidades reais do mercado de trabalho.

Minas possui ativos estratégicos para ocupar uma posição relevante na nova economia: universidades, tecnologia, mineração, minerais críticos, energia, indústria e capital humano. O papel do poder público deve ser criar segurança jurídica e um ambiente competitivo para que capital, tecnologia e talentos escolham Minas e o Brasil para investir.

Deputado não existe apenas para propor novas leis. Uma das funções mais importantes do Congresso é fiscalizar. Quero exercer um mandato que acompanhe gastos, contratos, programas e resultados, cobrando eficiência e transparência do Governo Federal.